Quem foi, foi. Quem não foi, sifudeu!
Archive for the ‘Politica’ Category
Nem só de putaria vive este blog
Sei que é fora da pauta, mas achei interessante postar aos que curtem ir para a acadimia.
Mais informações no site www.seminariosociologiapolitica.ufpr.br
Off Topic – Chupa Richinha

Bunitão preguiçoso
Post extraordinário e bem off topic, mas que se foda. Não esqueça que hoje tem SFF e veja também as diliças.
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O Felipe encaminhou ainda há pouco um link sobre o filho do Beto Batata (nosso saudoso prefeito bunda mole) que foi reprovado por copiar o trabalho de conclusão de curso.
A turma dele estava homenageando o seu avô (o dele, não o seu) e o papai Betão teve que ir a cermiônia sem seu filho (o dele, não o seu) que não pode participar por ter plagiado o trabalho.
E já que ele copiou, eu também faço um ctrl + c e ctrl + v da sensacional matéria no blog do Esmael Morais.
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Filho do prefeito Beto Richa teria copiado monografia da internet e não se formou
Ti-ti-ti tão falado em Curitiba quanto o episódio dos diários avulsos secretos da Assembleia Legislativa do Paraná, dá conta de que um dos filhos do prefeito Beto Richa, o Marcellinho, não colou grau junto com sua turma da faculdade de Direito porque foi pego pelo professor com a mão na massa. Ele teria copiado da internet uma monografia de universidade da Bahia e a malandragem foi facilmente detectada pelo seu professor da Universidade Positivo, antigo Unicenp. Resultado: não se formou junto com a turma, cujo nome prestava homenagem ao avô do menino e pai do prefeito, o ex-governador José Richa. Teve de bater em retirada depois mesmo de já estarem circulando os convites de formatura confeccionados e que trazem o nome do piá. Para aumentar a vergonha, o prefeito teve de prestigiar a colação de grau dos outros estudantes, os que passaram sem plagiar trabalho de conclusão de curso. Os comentários que circulam na city são de que, agora, a família ilustre processa a universidade pelo ocorrido, quando deveria conferir cidadania honorária ao corajoso e eficiente professor.
O garoto já ensaia entrar pra política, pois é representante da juventude do PSDB de Curitiba e vem se dedicando à campanha do pai ao governo do estado no ninho tucano paranaense. Demonizar o Marcellinho não é o ponto crucial. O fato é que esse episódio ilustra um pouco do que acontece com a renovação pela via genética dos quadros políticos nas nossas instâncias de poder. Por sorte, a exposição do seu ‘modus operandi’ para a vida pública vem de certa forma cortar as asas do tucaninho e inaugurar seu currículo político com uma reprovação. Assim, é possível perceber também o porquê de o pai, em intensa campanha pelo interior para se eleger governador dos paranaenses, e que propagandeia com orgulho o status de ser engenheiro, faz uma péssima administração na cidade de Curitiba em seu segundo mandato, relegado ao comando do vice, o “socialista insosso” Luciano Ducci.
O tucano Beto Richa é do tipo que perde prazo para apresentação de projetos de captação de recursos junto ao governo federal (como foi o caso do Projovem no ano passado), peca na qualidade das propostas formuladas (quando formula) e admite publicamente que desconhecia regras de convênios, como aquelas do PAC da Copa para financiamento de obras. Esse foi exatamente o caso da novela do tão sonhado metrô curitibano que até hoje não tem projeto definido, nem mesmo um que seja copiado pela fórmula Control + C e Control + V da família. Prometido na campanha de reeleição do Beto para a prefeitura, metrô não passava de uma cortesia com chapéu do governo federal, que é quem realmente tem o poder e a competência de fazer essa obra com seriedade e respeito aos curitibanos. Beto queria dinheiro a fundo perdido para gastar no melhor estilo “Linha Verde” de desperdício, quando o requisito básico do convênio de investimento urbano era o de emprestar o recurso, com tempo de carência e condições de pagamento iguais para todas as cidades-sede, como Porto Alegre (RS) e Belo Horizonte (MG).
A política está cheia de “Mauricinhos” ou de “Marcellinhos” que aprontam das suas na maior cara dura e que se valem de seus pedigrees para continuarem na vitrine do poder público. Não é necessário dizer que também se transformam em péssimos gestores, que sobrevivem da maquiagem publicitária para continuarem em ação. Por herança política genética, porque seus erros foram minimizados com a tradicional passada de mão na cabeça ou simplesmente porque foram abafados com cartoraços, eles acabam ocupando cargos importantes, posições estratégicas, elegendo-se e reelegendo-se em administrações e mandatos prejudiciais à saúde do povo. Basta ligar a TV e abrir os jornais para encontrar esses exemplos de filhos, sobrinhos e netos das raposas do poder.
Quem cita mais alguns? Comente este artigo, indicando os nomes, cidades, estados e partidos dos políticos bebês-chorões mais próximos de você!

