FixaCWB

Fixas do Brasil e do mundo

Archive for the ‘Entrevista’ Category

+ Wiggo

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Já que só se fala de Bradley Wiggins, vejam essa entrevista que ele deu ao The Foot Down esses dias, falando sobre design, seu corte de cabelo, as famosas meias pretas, guitarras e, inclusive, ciclismo. 

 

 

Clique na figura acima ou aqui para ler.

Written by Gunnar

July 18th, 2012 at 3:53 pm

Posted in Entrevista,Estrada

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Atropelador do RS diz que não queria se vingar de ciclistas…

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Written by Carlera

April 18th, 2011 at 2:07 am

Episode 2: Glory – Fabian Cancellara, LEOPARD TREK, and the Spring Classics

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Dando seguimento ao video.

 

Written by Cerejeira

April 4th, 2011 at 2:34 pm

Posted in Entrevista,Estrada,movie

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Atleta paraolímpica de ciclismo volta a andar após 13 anos

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A atleta holandesa Monique Van der Vorst, vice-campeã paraolímpica de ciclismo em Pequim 2008, conquistou o maior título de toda a sua vida, tanto dentro como fora das pistas. Paraplégica, ela voltou a andar após 13 anos presa a uma cadeira de rodas, em um caso de superação médica.

Mais: aqui

 

Written by Cerejeira

March 29th, 2011 at 11:49 am

Matéria do Rock’n'Rollo

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Meu irmãozinho-caçula-querido fez uma matéria do Rock’n'Rollo.

Confira tudo em rodafixa.com/rocknrollo

Written by Victor

November 30th, 2010 at 10:18 pm

“Viajados” trazem onda de bicicletas fixas para São Paulo – Uol

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Foto Paulo Zapella (Fixa Sampa)

Com design minimalista, pedal, corrente e roda de trás se ligam de modo que não é possível parar de pedalar. As marchas e o câmbio também ficam de fora nas bikes de roda fixa; os mais acostumados dispensam até os freios.

Trazidas do exterior por paulistanos “viajados”, as bicicletas de roda fixa (em que pedal, corrente e roda de trás estão ligados de modo que não é possível parar de pedalar) são um segmento pequeno no universo dos ciclistas. Mas já estão estão “hypando”, segundo adeptos. “Há dois anos tinha umas três pessoas que andavam de fixa. Outro dia, fiz um levantamento entre amigos, e lembramos de 200″, diz Pablo Gallardo, 36, sócio da loja Tag and Juice, que monta essas bikes por encomenda.

O design é minimalista. Nada de peças supérfluas poluindo o visual. Marchas e câmbio ficam de fora. Os mais acostumados dispensam até os freios. “Para quem tem a bicicleta como objeto de desejo, a fixa é a coisa mais linda”, resume Pablo. A onda das fixas tem duas correntes. Há quem se interesse pelo lado histórico, das bicicletas de velódromo, com visual “clássico”. Aí, “uma bike que está acontecendo lá fora” sai por R$ 3.000 pelo menos, segundo Pablo. Já o lado mais “roots” é o da bicicleta de baixa manutenção -restrita a corrente e pneu-, feita com peças usadas de bikes antigas. Na oficina Mocó do Canna, elas custam a partir de R$ 700.

ORIGEM:

Cansados de parar o trabalho para consertar a bicicleta, as fixas começaram a ser usadas pelos “bike messengers” de São Francisco e de Nova York, nos EUA, em 2000. Depois, elas foram adotadas por estudantes. Para os adeptos, um atrativo da fixa é a “conexão” com a bike -o pé é preso ao pedal e a pedalada é contínua. “É uma coisa mais de alma, ela fica como uma extensão do seu corpo”, diz Wagner Carvalho, 39, designer.

FREIO NO PÉ:

Mas como se para uma bicicleta sem freio? Segundo a fotógrafa Laura Sobenes, 23, isso é feito com a manobra “skid”. O ciclista joga o corpo para frente e tira o peso da roda de trás, que derrapa quando o pedal é travado. “Se vejo o sinal vermelho, diminuo a velocidade. Se precisar parar brusco, tem o skid”, explica Paulo Zapella, 27, designer gráfico, que pedala a fixa há um ano. Para Thiago Benicchio, da Associação de Ciclistas Urbanos, a fixa não gera insegurança. “Você anda com velocidade mais constante, prevendo as situações”, diz. “O perigo faz parte do conceito, como no skate. Para aprender a andar, você tem que aprender a frear”, diz o Pablo, da loja Tag and Juice. A legislação brasileira menciona o freio como equipamento obrigatório nas bicicletas. Em 2009, 61 ciclistas morreram na cidade. A maior causa foi choque contra ônibus, segundo a CET.

Vanessa Correa (colaboradora UOL)

Copiado na cara dura do Grupo Fixa Sampa, matéria da UOL / FOLHA.

Written by Carlera

September 13th, 2010 at 1:51 am

Off Topic – Sustentáculos Mobilidade Urbana

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Segue a matéria do programa de TV Sustentáculos que fala sobre a mobilidade urbana que passou no Canal Brasil em 17 de maio de 2010.  Tem a participação dos brothers fixeiros Guilhermera e Victorzera.

Making off

A qualidade está horrível para caralho, pois foi gravado do jeito que deu com equipamentos de última geração.

Dividido em três partes…

Written by Carlera

June 18th, 2010 at 2:58 pm

o mundo visto de uma pisteira em ´93

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(Mortimer em New York, 2003.  Foto Maria Laub)

MORTIMER, DONO DA KEIRIN BERLIN (www.keirinberlin.de), ESPECIALIZADA EM RODA FIXA, CONTA COMO ERA E COMO É.

Eu lembro quando, em 93, fui ao primeiro Cycle Messenger World Championships (CMWC)  em Berlim, e não pude sequer participar, porque estava trabalhando há apenas 2 meses, e você tinha que ter ao menos 6 meses como bike messenger para competir, mas essa história fica para outra oportunidade… de qualquer forma, em 93 ouvi pela primeira vez rumores de uns caras pedalando sem freios, mas na época apenas pensei “sim, claro”.

Alguns anos depois, no CMWC de 96, havia uma corrida restrita a bicicletas de pista, aaaaah agora eu entendo, essas bicicletas que se usa no velódromo, animal!

Assim, em 97 – Barcelona, Kevin, de NY organizou a primeira competição de skid do CMWC, o cheiro de borracha no ar… estávamos todos impressionados, mas ainda assim pensando que esses caras só podiam ser doidos.

Em 98 saí de Berlim, primeiro para trabalhar como messenger em Londres, depois do ECMC em Graz fui a NY e levei minha bike a Montreal para o NACCC’s (North American Cycle Courier Champs). De lá fui para Toronto, ficar com meus amigos holandeses Kamaal e Xander. No verão de 98 virou febre pedalar fixa em Toronto. Keith da Courier Cavern encontrou alguns quadros de pista Coppi e começou a vendê-los aos seus amigos messengers. Eu não tinha dinheiro para comprar um, pois havia chegado há pouco à América do Norte.

Depois de Toronto fui a Washington DC para o CMWC e também ali trabalhei por alguns meses. Gosto muito de lá, mas continuava com NY na cabeça….

Então pulei no busão de Chinatown, consegui um emprego na Velocity Messenger na East 14th e conheci James Bolger, que me mostrou e ensinou tudo sobre bicicletas de pista. Slacker Tim, Fast Eddie e Kevin ajudaram a me convencer a montar uma.

Quando fui a Berlim por 3 semanas em setembro de 98 liguei para um velho amigo que competia na pista, e me conseguiu uma bicicleta por 50 Marcos alemães (cerca de 25 euros hoje). Era uma Diamant de pista de 1980, da antiga Alemanha oriental, com pedivela Campa, guidão e mesa Cinelli e cubos Renak. Voltei a NY e refiz as rodas com aros clincher. Ainda não 100% convencido, disse a James que iria ao parque no final de semana para experimentar o brinquedo novo, ao que ele respondeu que eu devia simplesmente ir trabalhar nessa bicicleta por um dia… é fácil, você vai ver. Foi o que fiz e fiquei viciado, isso era outubro de 98! Nunca tive um freio nessa bicicleta, e também nunca sequer pensei em ter. NY era cool nos “velhos tempos”, sempre que você via alguém numa bicicleta de pista rolava um cumprimento. Era uma cena underground realmente excitante. Lembro dos rastas oldschool que também trabalhavam na Velocity. Tênis Timberland, sem pedaleira, relação pesada e sem fazer pose. Sim sim, os bons velhos tempos…

Em 2001 eu fui a Toquio para pedalar minha pisteira Cannondale pela Asia. Em Tóquio havia apenas um cara de pisteira, mas ele era despachante. Ninguém queria ver as corridas Keirin, mas eu fui e adorei… pedalei de Toquio a Osaka, peguei um barco até Xangai, pedalei pela costa até Hong Kong, Hanoi (Vietnã), continuei na costa até Saigon, Phnom Penh no Camboja, peguei um barco (muito quente para pedalar) até Siem Reap, de lá para Bangkok… tudo isso com 20kg de bagagem e sem freios, apenas roda-fixa, com um cubo flip-flop, cujo lado livre eu nunca usei, o que implicaria tirar o rack, empenho demais. Uma experiência que eu precisava ter e que pretendo repetir… um dia! Então, qualquer um me dizendo que sou doido ou que pessoas são doidas por pedalarem bicicletas de pista na rua, deviam tentar fazer isso em qualquer bicicleta, é a mesma coisa…

Voltei a NY depois do 9/11 e trabalhei até 2003, então abri a loja em Berlim em 2004, éramos uma meia dúzia de pessoas pedalando fixa. Fomos a Kyotoloco em maio de 2004, quando os quadros Keirin ainda custavam entre 5000 e 10000 yen e quase ninguém os pedalava na rua. Em 2005 eu voltei a NY para o CMWC e para trabalhar novamente como messenger.
A onda das pisteiras pegou embalo, todo mundo pedalando fixa, quase sempre conversões ou bicicletas prontas, baratas. Não-messengers começaram a tirar racha conosco até o semáforo e Williamsburg estava cheia de gente caminhando a Bedford Avenue com a namorada à esquerda, fixa à direita… quando voltei a Berlim, mais e mais pessoas  entraram na onda, mas nunca pensamos que fosse virar a loucura que é hoje.

Eu, pessoalmente, acho que a roda fixa vai ficar, não é só uma moda. Essas bicicletas são tão belas e simples, de modo que qualquer um que goste de bicicletas vai ter uma, só para ter, ou para deixar como peça de arte na parede…


(Mortimer em Toquio para o CMWC na sua Cinelli MASH, 2009.  Foto Maria Laub)

Traduzido por Gunnar Thiessen, 2010.

=> Conheci esse doido na Keirin Berlin, quando estive lá no ano passado e pedalei por uma semana pelas ruas da capital alemã na pisteira do Gabba, também uma Diamant.

Via Cinelli.

Written by Gunnar

June 7th, 2010 at 11:14 am

Entrevista Juliet Elliot

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Erraram o nome da moça, mas vale ler a entrevista, afinal não é sempre que se vê uma moça pedalando uma fixa

Entrevista com Juliet

Entrevista com Juliet

Outra entrevista aqui via Hell Yeah

Scan da entrevista acima via charge

Written by Victor

August 26th, 2009 at 10:00 am